quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

A menina dos olhos de Deus!!!!


Quando os olhos contemplam a beleza eles simplesmente param de vaguear. Não conseguem mais direcionar-se para lugar algum, parecem ter encontrado seu lugar de descanso. Os olhos descansam na beleza. A beleza encanta, hipnotiza, relaxa a alma.
Na vida vagamos buscando algo que não conhecemos, nossos olhares mudam de acordo com a emoção do que contemplamos.
Mas um belo dia, atraídos pelo amor, olhos fixos na verdade de um coração vasto e acolhedor, hipnotizados de graça, embebecidos de paz. Descansamos e deixamos de vagar no escuro da dor.

Os olhos da mulher adúltera pararam de fixar o chão da vergonha e foram ao encontro do olhar de misericórdia. Olhos nos olhos e as palavras pareciam surgir do inconsciente "Todos se foram só restou o Senhor", a sentença suave e restauradora falou juntamente com os olhos de quem a pronunciou "Eu também não te condeno, vá e não peques mais". Olhar de acolhimento, restauração e perdão, olhar de Deus.
E os olhos da adúltera descansaram, e jamais neles houve tanta paz. E os olhos de amor que um dia contemplou jamais a abandonaram.

domingo, 7 de dezembro de 2008

A borboleta!!!


"Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo. Um homem sentou-se e passou a observar a borboleta que, por várias horas, se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então, em certo momento, pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso, parecia que ela tinha ido o mais longe que podia e não conseguia mais continuar nessa sua missão de deixar o seu casulo. Então o homem deciciu ajudar a borboleta. Ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas, atrofiadas. O homem então continuou a observar porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu. Na verdade, a borboleta passou o resto de seus dias rastejando com um corpo murcho e as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza, em sua vontade de ajudar, não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário para a borboleta passar através de sua pequena abertura, era o modo com que a natureza agia para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar, uma vez que estivesse livre do casulo." Moral: algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossas vidas. Se Deus nos permitisse passar através dela sem quaisquer obstáculos, Ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar!