Quando tua pele...sem motivo arrepia
E sentes teu peito tocado por beijos de borboletas
É então que em poema alado me transformo
Nascendo de mim poesias de estrelas.
Envolta em véus de morna e suave brisa deslizo
Escorro pelo teu olhar no céu desse poema de lua
Minha alma vira do avesso e delira
E sinto-te aqui...na pele da minha poesia nua.
Espero-te em súplica, coberta de rosadas flores
Prostrada na noite, no orvalhado chão
Como terra fértil sou, e tu...bendito grão
Suplico às estrelas que me levem até tua paixão.
Sou sonho...verdade e delírio
Estrela, lua e mulher
Desabo em temporais de palavras
Sou tudo que o poema quiser.
A derme então de versos carmins transborda
Toda poesia que vem de ti me toca...
E, como que mergulhada em teu verso, desabrocho
E todos os desígnios poéticos se cumprem amorosos.
E sentes teu peito tocado por beijos de borboletas
É então que em poema alado me transformo
Nascendo de mim poesias de estrelas.
Envolta em véus de morna e suave brisa deslizo
Escorro pelo teu olhar no céu desse poema de lua
Minha alma vira do avesso e delira
E sinto-te aqui...na pele da minha poesia nua.
Espero-te em súplica, coberta de rosadas flores
Prostrada na noite, no orvalhado chão
Como terra fértil sou, e tu...bendito grão
Suplico às estrelas que me levem até tua paixão.
Sou sonho...verdade e delírio
Estrela, lua e mulher
Desabo em temporais de palavras
Sou tudo que o poema quiser.
A derme então de versos carmins transborda
Toda poesia que vem de ti me toca...
E, como que mergulhada em teu verso, desabrocho
E todos os desígnios poéticos se cumprem amorosos.

Muito lindo amor da minha vida. Você é muito inteligente e criativa.
ResponderExcluirContinue sendo essa mulher maravilhosa que você é.
Ti amo hoje, amanhã e sempre.
Beijos!!!!
ho o poema de arquitetura ideal
ResponderExcluirCuja própria nata de cimento
Encaixa palavra por palavra, tornei-me perito em extrair
Faíscas das britas e leite das pedras.
Acordo;
E o poema todo se esfarrapa, fiapo por fiapo.
Acordo;
O prédio, pedra e cal, esvoaça
Como um leve papel solto à mercê do vento e evola-se,
Cinza de um corpo esvaído de qualquer sentido
Acordo, e o poema-miragem se desfaz
Desconstruído como se nunca houvera sido.
Acordo! os olhos chumbados pelo mingau das almas
E os ouvidos moucos,
Assim é que saio dos sucessivos sonos:
Vão-se os anéis de fumo de ópio
E ficam-me os dedos estarrecidos.
Metonímias, aliterações, metáforas, oxímoros
Sumidos no sorvedouro.
Não deve adiantar grande coisa permanecer à espreita
No topo fantasma da torre de vigia
Nem a simulação de se afundar no sono.
Nem dormir deveras.
Pois a questão-chave é:
Sob que máscara retornará o recalcado
Tão poético!
ResponderExcluirGostei...Beijos
"Nenhum pessimista jamais descobriu o segredo das estrelas, nem velojou a uma terra inexplorada, nem abriu um novo céu para o espírito humano." -- Helen Keller
ResponderExcluirMas os otimistas chegaram perto...Perto até demais!
ResponderExcluirKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKkk