terça-feira, 4 de agosto de 2009

O que eu queria?

Neste momento eu queria que o vento batesse em minha face
e levasse com ele tudo que pudesse me trazer tristezas.
Eu queria encontrar dentro de mim e das pessoas
com quem eu convivo apenas paz e muito amor.
Eu queria poder olhar nos olhos dos humanos e
enxergar apenas sinceridade.
Queria deitar em minha cama e sentir o toque
suave e macio da seda sobre os meus pés, e assim, não mais sentir frio...
E não queria isso apenas pra mim, mas pra todos, pois acredito que todos
nós deveríamos ter como nos aquecermos.
Queria que os amores fossem eternos...
Que todos nós pudéssemos ser feliz...
Queria amar, ser amada e não precisar dar explicações...
Queria não precisar dizer nada e que os meus olhos pudessem falar tudo por mim...
Mas, apenas queria.

3 comentários:

  1. Trilhos Urbanos

    informe o(s) compositor(es)
    O melhor o tempo esconde
    Longe muito longe
    Mas bem dentro aqui
    Quando o bonde dava volta ali
    No cais de Araújo Pinho
    Tamarindeirinho
    Nunca me esqueci
    Onde o Imperador fez xixi
    Cana doce Santo Amaro
    Gosto muito raro
    Trago em mim por ti
    E uma estrela sempre a luzir
    Bonde da Trilhos Urbanos
    Vão passando os anos
    E eu não te perdi
    Meu trabalho é te traduzir
    Rua da Matriz ao Conde
    No trole ou no bonde
    Tudo é bom de ver
    São Popó do Maculelê
    Mas aquela curva aberta
    Aquela coisa certa
    Não dá entender
    O Apolo e o rio Subaé
    Pena de pavão de Krishna
    Maravilha vixe Maria mãe de Deus
    Será que esses olhos são meus?
    Cinema transcendental
    Trilhos Urbanos, Gal
    Cantando o Balancê
    Como eu sei lembrar de você

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  2. querer é poder
    quem crê que pode conquistar, conquista!!!!!Onde queres revólver, sou coqueiro
    E onde queres dinheiro, sou paixão
    Onde queres descanso, sou desejo
    E onde sou só desejo, queres não
    E onde não queres nada, nada falta
    E onde voas bem alta, eu sou o chão
    E onde pisas o chão, minha alma salta
    E ganha liberdade na amplidão

    Onde queres família, sou maluco
    E onde queres romântico, burguês
    Onde queres Leblon, sou Pernambuco
    E onde queres eunuco, garanhão
    Onde queres o sim e o não, talvez
    E onde vês, eu não vislumbro razão
    Onde o queres o lobo, eu sou o irmão
    E onde queres cowboy, eu sou chinês

    Ah! bruta flor do querer
    Ah! bruta flor, bruta flor

    Onde queres o ato, eu sou o espírito
    E onde queres ternura, eu sou tesão
    Onde queres o livre, decassílabo
    E onde buscas o anjo, sou mulher
    Onde queres prazer, sou o que dói
    E onde queres tortura, mansidão
    Onde queres um lar, revolução
    E onde queres bandido, sou herói

    Eu queria querer-te amar o amor
    Construir-nos dulcíssima prisão
    Encontrar a mais justa adequação
    Tudo métrica e rima e nunca dor
    Mas a vida é real e de viés
    E vê só que cilada o amor me armou
    Eu te quero (e não queres) como sou
    Não te quero (e não queres) como és

    Ah! bruta flor do querer
    Ah! bruta flor, bruta flor

    Onde queres comício, flipper-vídeo
    E onde queres romance, rock'n roll
    Onde queres a lua, eu sou o sol
    E onde a pura natura, o inseticídio
    Onde queres mistério, eu sou a luz
    E onde queres um canto, o mundo inteiro
    Onde queres quaresma, fevereiro
    E onde queres coqueiro, eu sou obus

    O quereres e o estares sempre a fim
    Do que em mim é de mim tão desigual
    Faz-me querer-te bem, querer-te mal
    Bem a ti, mal ao quereres assim
    Infinitivamente pessoal
    E eu querendo querer-te sem ter fim
    E, querendo-te, aprender o total
    Do querer que há e do que não há em mim

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  3. Quanta inspiração em?
    Obrigado!
    Beijos

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Fico muito feliz por sua visita, obrigado e volte sempre.
Beijinhos de Cláudia Estrella.