
Quando virá a alforria? Sinto ainda o chicote Nas costas torturadas Pelo desprezo, do nada, Do que sou, do que fui, De onde nem sei se vou... Quando virá o dia Em que soltarão os grilhões, Cicatrizarão as feridas E terei amor pela vida Que o futuro pode me proporcionar? Vozes na lembrança, Choros incontidos, Estalos cortando o ar e os feridos A cantar...Sempre cantando suas dores, Na maneira exata de dizer: Sou gente!Independente de não querer... Quando??
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Fico muito feliz por sua visita, obrigado e volte sempre.
Beijinhos de Cláudia Estrella.